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quinta-feira, 4 de agosto de 2016

AUTOESTIMA

autoestima

Olá poderosas, hoje vamos desbravar a tão poderosa, misteriosa e cobiçada autoestima. Sabe-se que ela é elemento essencial para todas as nossas realizações na vida!

Eu amo viajar e considero que a viagem mais fantástica é aquela que fazemos para dentro de nós! Então quem curte bora viajar comigo.

Mas, afinal o que é autoestima?

AUTOESTIMA - AMOR PRÓPRIO:  é definido pela psicologia como o valor que a pessoa dá a si mesma.

A pessoa que tem autoestima é otimista e positiva, dona de uma personalidade feliz e autoconfiante. É realista em relação ao mundo e a si mesma e está sempre satisfeita com sua maneira de ser, com sua aparência física e com sua forma de pensar. É coerente. Sabe ponderar e respeitar a opinião dos outros a seu respeito ou ponto de vista. É determinada para realizar seus objetivos, e destemida na defesa de seus interesses. Sabe olhar para dentro de si, se avaliar e quando algo que planejou não sai à sua maneira, respira fundo, se enche de mais coragem, corrige suas falhas dá continuidade ao seu trabalho.

A pessoa que tem autoestima está sempre pronta a ajudar seu próximo, pois reconhece em si suas potencialidades e sabe que, tudo que tem, cresce quando compartilha. Portanto é sempre mais colaborativa do que competitiva. Ela consegue sempre bons trabalhos, se relaciona bem com as outras pessoas. Sendo reflexo do que representa para si mesma consegue facilmente ver nos outros todas as qualidades que estes possuem. Sabe que não é perfeita, sofre chora, erra. Mas sua capacidade de autocorreção e superação estão acima de suas fraquezas.

Um dos pilares da construção da autoestima é o ambiente. Desde que nascemos, recebemos dos nossos pais, familiares e amigos, estímulos como elogios, afeto, incentivos e acompanhamentos que vão favorecer a criação da nossa autoimagem, e ainda crianças já teremos definido se temos valor, se somos queridos, sendo capazes de diferenciar advertências por atitudes falhas de tratamentos opressores que nos expõem a conflitos, humilhações, frustrações e perdas. Acreditar sermos amados desde a infância contribui para a formação de adultos confiantes, realizadores e o mais importante capaz de ser colaborador e promotor de bem estar ao próximo.

As informações que recebemos sobre nós mesmos na nossa infância, se internaliza e se cristaliza, formando nossa personalidade e nossa identidade e essas vão nos guiar inconscientemente por toda nossa vida. Se recebemos elogios, incentivos positivos, valores baseados no caráter, no respeito, na dignidade e na capacidade de sermos responsáveis por nossas escolhas e no poder de nos doarmos em prol do bem humanidade, nos tornamos adultos realizados, cônscios, eficazes e equilibrados. Nesse contexto a autoestima se forma sólida e benéfica.

Ao contrário, se desde que nascemos, recebemos informações negativas, enfraquecedoras, desestimulantes, tendemos a nos tornar pessoas de baixa estima, autoflagelantes, e auto sabotadoras, o que nos leva a nos tornarmos pessoas frustradas, infelizes, irrealizadas dependentes da opinião alheia, com tendências a vícios e comportamento destrutivos.

A grande e boa notícia é que como tudo em nossa mente, a autoestima pode ser remodelada, reconstruída e reforçada a partir do processo de autoconhecimento, e ressignificação de crenças e comportamentos. O que nos leva a sair de um estado emocional instável e dependente para um estado equilibrado e livre. Com a autoestima bem definida e clarificada, adquirimos autoconfiança suficiente para realizarmos todos nossos sonhos e objetivos, inclusive aqueles que acreditamos serem impossíveis.

Vou deixar algumas perguntas que vocês podem responder e refletir:


  • Como anda sua autoestima?

  • O que tem falado para o espelho?

  • De 0 a 10 qual é a nota que dá para sua vida?

  • Qual parte dela precisa ser transformada ou melhorada?

  • O quanto isso é importante para você?


Quer continuar a conversa? Envie me mais perguntas e se quiser, as respostas para: josianerochacoach@gmail.com

Terei um imenso prazer em atende-las.

Escrito por: Josiane Rocha

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